Árbitro cearense envolvido em confusão na Série C

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O árbitro Manoel Moita, filiado a Ceaf/CE, esteve envolvido em confusão na última rodada da Série C, na partida entre Confiança/SE e Rio Branco/AC, que terminou em 2 a 2.

Após expulsar o goleiro do clube acreano, a reclamação com a arbitragem foi geral. Um massagista do Rio Branco chutou Moita, que se irritou e devolveu a agressão. A confusão foi geral e só foi contigo, a muito custo, pelos policiais presentes.

Clique na imagem ou aqui para assistir matéria sobre o jogo, direto do portal Em Sergipe.

Segue o jogo!

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Ainda teve gente que pediu pênalti nesse lance? Como dizem alguns comentaristas de arbitragem, “segue o jogo!”.


E o árbitro ainda recebeu salário após não ver isso…

No Japão, agressão gera punição eterna

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O lance ocorreu há alguns dias pelo Campeonato Japonês. O brasileiro naturalizado japonês Alex, do Kashiwa Reysol, iria cobrar um escanteio no jogo contra o Kashima Antlers quando foi agredido pela haste de uma bandeira de um torcedor da equipe adversária.

Alex foi atendido e não se feriu gravemente, mas a diretoria do Kashima afirmou ter ficado envergonhada com a atitude de seu torcedor e comunicou em seu site oficial que o torcedor, que teve o nome mantido em sigilo, está banido de todos os jogos da equipe. “Informamos que a pessoa terá uma proibição para ver nossas partidas”, diz um comunicado no site oficial do clube, onde já brilhou o galinho Zico e que hoje tem o técnico brasileiro Oswaldo de Oliveira e o meia Danilo (ex-São Paulo). O detalhe é que a partida foi realizada na casa do Kashiwa.

Após ver em menos de uma semana um torcedor pegar 10 anos de prisão e outro ser banido dos jogos do clube para sempre, pergunto-me porque atitude como essas não são tomadas neste país? Talvez se um dia o forem, as famílias possam voltar a fraqüentar normalmente os estádios de futebol.

Polícia apanha ao bater em torcedores

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Torcedor invade o campo com faixa de apoio ao árbitro (nunca havia visto isso) e é agredido por policiais. A torcida presente no estádio não gostou nada e revidou.

O resto está dito no vídeo, com narração em português (com sotaque luso).


A dica é do Xpock.

Coisa feia

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O mau exemplo dado direto das arquibancadas do estádio da Boca do Jacaré, na última sexta-feira (05/09) repercutiu pelo mundo. Encontrei o vídeo da briga entre torcedores do Brasiliense e do Ceará (com diversos torcedores do Gama como “aliados”) no ótimo e popular Bar Deportes.

Lamentável. Até quando teremos que ver cenas como esta? Por que alguém põe na cabeça que outra pessoa, pelo simples fato de torcer por outro time, é sua inimiga?

O ‘pedala luso’

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Para começar quente a temporada, o Campeonato Português deste ano foi aberto com o clássico entre Porto e Benfica.

O que chamou atenção na partida, terminada empatada, foi a reação de um torcedor benfiquista, que invadiu o gramado e deu uma espécie de “pedala luso” em um dos auxiliares. Confira:

Que figura hein?

Árbitro sofre

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A dura vida de um árbitro, já incluso o caso do cubano do taekwondo em Pequim.


Mais uma dica do Xpock.

Quase perdeu, quase ganhou

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Ao final da primeira etapa, com 2×0 pro Bahia, achava que a parada já estava perdida. Não que o Vovô jogasse mal, mas pelo fato dos baianos terem aproveitado muito bem os espaços na defesa alvinegra, marcando dois, fora um anulado e um pênalti não marcado.

No entanto, dois fatores modificaram a partida. A entrada de Vavá, que mostrou mais uma vez que não pode ser reserva, e a mudança tática feita pelo técnico Arturzinho, retrancando o Bahia e chamando o Ceará. Daí por diante, só deu Vavá, marcando dois e ainda acertando o travessão em outra. Se não é lá tecnicamente um grande atacante, faz da ótima colocação sua arma e, mesmo vindo do banco, já tem 4 gols na Série B. Para mim, é Vavá e mais 10 e quem deveria perder lugar no time é Allan Dellon, com Ciel jogando mais recuado.

O empate não pode ser comemorado, mas o fato de ter reagido já alguma coisa. Agora resta ao Vovô torcer contra os adversários diretos para continuar no G4. E tentar melhorar o retrospecto fora de casa, claro.

Assim não, Luiz Carlos

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A imagem acima é uma reprodução da TV Verdes Mares, logo após o atacante Luiz Carlos marcar seu gol na vitória alvinegra. O uso da máscara é algo válido, uma brincadeira com a sexta-feira 13.

Porém, o gesto é o grande problema. Com uma mão, o atacante simbolizou um revólver, o que já é reprovável. Com a outra, fez o “L”, símbolo da torcida organizada do rival Fortaleza. O que pensou o atacante ao fazer um absurdo gesto de apontar uma arma para o adversário?

Claro que o LC quis fazer uma média com a torcida, que deve ter vibrado ainda mais com isso tudo. Mas a violência no futebol já á tão grande, que um gesto desse torna-se, além de desnecessário, deplorável.

Além de incitar a violência, o ato pode gerar problemas para o próprio jogador. Como qualquer humano, Luiz Carlos deve ir à restaurantes, bares ou shows. Nesses locais, poderá encontrar algum torcedor tricolor que, irritado, pode querer tirar satisfação. Torçamos para que eu esteja sendo alarmista, mas espero que o atacante tome consciência que é um ídolo e que seus atos podem influenciar torcedores. Não custa dar exemplo.

Após o jogo, um torcedor de 17 anos que veio de Natal acompanhar o clube que torcia, foi baleado e morreu. A torcida do América é aliada à do Fortaleza, enquanto a do ABC é ligada à do Ceará. Mais uma bobagem de torcedores/marginais que sempre procuram motivos para entrar numa briga. Claro que não podemos ligar uma coisa diretamente à outra, mas é só a prova de como o ato de torcer é destorcido por quem não tem nada na cabeça e acha que o fato de escolher outra agremiação para amar é motivo para ser agredido ou até baleado. Lamentável.