A maior goleada no “PV”
A maior goleada da história do Estádio Presidente Vargas ocorreu no dia 10 de fevereiro de 1963. O Fortaleza enfiou impiedosos 12 a 1 na equipe do Gentilândia.
O Tricolor tinha uma lista tríplice de dar inveja, com Haroldo Castelo Branco, Mozart e Nagibe. O trio marcou todos os gols tricolores, sendo 7 (sete!) de Haroldo, quatro de Mozart e um de Nagibe. De falta, João descontou para o Gentilândia.
Após aposentar-se, Haroldo tornou-se general do Exército. Dentre os detalhes do jogo, fica o fato dos derrotados terem que atuar mais de um tempo com apenas 10 jogadores, visto que Luciano Maciel machucou-se e deixou a partida.
Ficha técnica:
Fortaleza 12 x 1 Gentilândia
43º Campeonato Cearense de Futebol
Data: 10/02/1963
Estádio Presidente Vargas
Juiz: Alzir Brilhante
Auxiliares: José Tosta e Ricardo Bonadies.
Gols: Haroldo (7), Mozart (4) e Nagibe para o Fortaleza; João para o Gentilândia.
Fortaleza: Pinto (Rominho), Mesquita e Sanatiel; Toinho, Célio e Renato; Nagibe, Haroldo, Mozart, Zé Raimundo e Salvador.
Gentilândia: Ermúsio (Liberato), Leudo e Zé Maria; Becil, Vieira e Marcelo; Luciano Maciel, Marcos, Raimundinho, Macalé e João.
Outro massacre
A maior goleada da história do Campo do Prado, antigo local onde o Fortaleza mandava seus jogos (hoje local do CEFET-CE), ocorreu no Estadual de 1937, quando o Tricolor goleou o Iracema por 11 a 2. Nessa partida, o atacante leonino Fred marcou oito vezes, sendo seis de cabeça!
Confira mais da série ‘Futebol (Cearense) de Antigamente’:
- Um TRI em três minutos;
- Estádios do Interior.
Fonte de pesquisa: livro ‘Futebol Cearense: retalhos históricos’, de autoria de Alfredo Sampaio, publicado em 2007 pela Imprece Editorial.


Finalmente o tribunal decidiu o que todos já pediam há tempos. Não faz sentido jogar futebol com portões fechados. Agora volta a velha punição de ter que jogar a pelo menos 100km do local da infração.







É legal ver veteranos como Pierce, Cassel, Brown e Garnett vencendo uma campeonato. Principalmente o último da lista não poderia sair sem um anel de campeão no dedo.





