Decatlo olímpico, ou não

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Há muito tempo sou fã das maluquices do francês Rémi Gaillard. Ele sempre apronta várias, numa espécie de câmera escondida, na maioria da vezes com temas ligados ao esporte. Quem não conhece o trabalho desse maluco é só visitar o site dele, o nimportequi.com, que traduzindo seria algo como “Não importa quem”.

Em tempos de Olimpíadas, Rémi não poderia deixar a data passar em branco e criou o ‘Decatlo por Rémi Gaillard’. Confiram:

Ao final de cada vídeo há a frase “c’est en faisant n’importe quoi qu’on devient n’importe qui”, que eu traduzo mais ou menos como “é fazendo não importa o quê que nos tornamos não importa quem”. Deu para captar? Se houver uma tradução melhor, receberei de bom grado.

O Phelps que ninguém viu

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Em Pequim, a vitória mais espetacular de Michael Phelps foi nos 100m borboleta. Ele esteve em segundo até a última braçada, conseguindo o ouro por um centésimo.

O que ninguém viu foi o que aconteceu logo depois da vitória do estadunidense. Coitado do Cavic.

Falando sério, confira as fotos submersas da inacreditável vitória do Phelps e entenda porque esse cara não é humano.

PS: O Usain Bolt também aprontou das suas.

O Buteco da Net deu essa antes.

Luta LIVRE!

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Post Olímpiadas survive!

A dica é do Flávio Gomes, e, assim como ele, pergunto se pode isso ou a luta é mesmo livre, valendo tudo? Para mim, isso é o famoso [apelation mode on].


Clique na foto para ampliar.

Marketing olímpico?

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O que fazem para promover o próprio site. Em plenos jogos olímpicos, o cara invade o local das provas de hipismo para fazer um papelão desse.

Belo rolamento, cavalinho!

Pequim em imagens

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Com milhares de lentes mirando tudo que acontecia em Pequim, esta olimpíada ficará marcada pelas belas imagens registradas, seja nas fantásticas câmeras super-slow, ou mesmo nas fotografias. Encontrei um apanhado de fantásticos cliques feitos durante as disputas, como esse detalhe das brasileiras no vôlei de praia.

Teve de tudo, do velho “bundalelê” à pagação de peitinho. Nada passava despercebido. Confira tudo, clique aqui.

A dica é do Nadavê.

Estatísticas pós-jogos

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Se você curte minimamente esportes, Pequim deixará saudade. Foram 18 dias do melhor em competições esportivas, com os anfitriões mostrando ao mundo o que alguns já previam, não estavam para brincadeira, seja na organização dos Jogos Olímpicos, ou na disputa por medalhas.

A China saltou de 63 medalhas em Atenas para 100 agora em casa, apenas 10 a menos que os Estados Unidos. Contando apenas os ouros, subiu de 32 há quatro anos para 51 agora, nada menos que 15 a mais que os americanos, que ganharam 36, um ouro a mais que em Atenas.

Em sua quarta olimpíada após a separação dos países que integravam a União Soviética, a Rússia manteve a terceira colocação dos jogos passados. Em Barcelona, já como CEI (Comunidade dos Estados Independentes), levou 45 medalhas de ouro, 112 no total, ficando na frente no quadro de medalha. Hoje, a antiga União Soviética vê seus inúmeros países conquistarem diversas medalhas nos jogos (como exemplo, a Ucrânia com 37, a Bielorrússia com 19 e o Cazaquistão com 13).

O Brasil traz 15 medalhas (23º no quadro geral), cinco a mais que há quatro anos (16º), mas com dois ouros a menos. Em Sidney, há oito anos, nossos atletas trouxeram 12 medalhas, mas como nenhuma foi dourada, fomos apenas o 52º entre os países. Em Atlanta, há 12 anos, também conseguimos 15 medalhas, sendo três de ouro e ficando em 25º no geral. Mesma colocação de quatro anos antes, em Barcelona, apesar de um desempenho bem inferior (apenas três medalhas, sendo dois ouros e uma prata). O desempenho brasileiro foi bom? Não, temos e podemos melhorar, e muito. No entanto, antes de tudo é necessário que o COB pare de tentar fazer o povo de besta. Não é sr. Nuzman?

Fontes: Folha Online e Globo.com

Amarelo ouro

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Merecido, merecidíssimo. “É amarelo, mas é de ouro”, definiu José Roberto Guimarães, bicampeão olímpico, uma vez pelo masculino e outra pelo feminino. Ao garantirem a medalha dourada, treinador e jogadores não se fizeram de rogado, disseram aos que tanto criticaram essa equipe quatro anos anos, que agora têm que aplaudir de pé a vitória. E têm mesmo.

Uma conquista arrasadora, jogando, de longe, o melhor voleibal do mundo. O lugar mais alto do pódio olímpico é um marco na história do vôlei feminino, uma homenagem às grandes jogadores que já passaram pelas quadras sem conseguir esse feito. Ana Moser, Leila, Virna, Ida, Fernanda Venturini, Jaqueline, Vera Mossa e tantas outras. O ouro também é delas, que tanto suaram na busca de construir uma história melhor para o esporte brasileiro.

Deixamos de ser o país do vôlei masculino e do vôlei de praia. Já fomos ouro na quadra e na areia, no masculino e no feminino. Agora nos resta torcer pelo bicampeonato entre os homens. Não será fácil, mas é bem possível. “Giba neles”, diria um acolá. E que assim seja.

“A Band tá com o quê, hein?”

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[LINK RECUPERADO] Galvão Bueno não percebe que está no ar e pergunta o que estava passando no momento no canal aberto concorrente. Cléber Machado ainda tentou disfarçar…

Dica do Blog do Massi.

Atualização:
- Consegui novo link, graças ao ótimo CQC!

- Como tem gente que não gosta do Galvão. Não é, Dr. Pepper?

Nova técnica?

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Ok, o saltador Jadel Gregório foi mais um brasileiro a decepcionar em Pequim. O motivo do novo fracasso pode ter sido pelo fato dele ainda não ter desenvolvido a técnica inovadora apresentada pelo moldavo Victor Covalenco para o salto em distância.

Quem sabe a Maurren Maggi não desenvolve essa técnica também.

Será que ele conheceu o Eric Moussambani em Pequim?

Do trauma ao ouro

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Numa olimpíada onde vemos alguns de nossos ídolos fraquejando na hora de garantir o lugar mais alto do pódio, Maurren Maggi mostra que não importam os problemas vividos, há que ser forte e superá-los. Aos 32 anos, a nova medalhista de ouro olímpica (a primeira medalha individual feminina brasileira na história) viveu um drama há cinco anos.

No ápice da carreira, saltando inclusive melhor do que agora, a brasileira foi suspensa por dois anos por doping. A substância causadora estava em um creme cicatrizante utilizado por ela, após uma irritação na perna, causada pela depilação.

O balde de água fria serviu, pelo menos, para ela da a luz à filha Sophia, hoje com quase quatro anos. Eis que vem 2008 e ela consegue pela primeira vez superar os 7 metros após a suspensão. Justo nos jogos, 7,04m, um centímetro a mais que a russa, atual campeã olímpica e detentora da melhor marca do ano até então.

O beijo no lugar mais alto do pódio, seguido pelas lágrimas no pódio são inteiramente justos. Ninguém mais que a Maurren sabe as dificuldades que ela passou. E que venha a glória.

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