A vítima da vez foi minha amiga Ana Cláudia Andrade, que lia os e-mails no Debate Bola, programa esportivo dominical da emissora, apresentado por Tom Barros. É, parece que o Tomás anda de olho em tudo que é programa, hein?
Quem lê e-mails ao vivo na TV tem que ficar cada vez mais atento!
Agora é tomar cuidado para a Paula Tejando também não querer aparecer ao vivo.
Acho um absurdo esse tipo de insinuação, sem provas e, nesse caso obviamente, sem cabimento. Fosse criada por brasileiros, seria pelo “espírito de vira-latas” que ainda não morreu no coração de alguns que acreditam que os brasileiros são sempre prejudicados. No entanto, isso tem rolado na mídia internacional.
Na imagem, Lewis Hamilton e Timo Glock.
A derrota veio de forma amarga, mas justa. A chuva aumentava e Glock, sem os pneus adequados (a mando da equipe), não tinha como segurar Vettel e Hamilton. Tão óbvio que o rádio do inglês já avisara Lewis que ele tinha que se concentrar era em passar o Glock, como o fez.
Esta semana, em toda roda de amigos que se preze, a Fórmula 1 é assunto. A torcida por Felipe Massa é grande e Lewis Hamilton tornou-se inimigo público número um (e não é argentino).
Já postei várias coisas sobre o assunto, mas me impressionei que, ao abrir minha caixa de e-mail, haviam várias mensagens com o mesmo teor, a torcida para que Rubens Barrichello bata em Hamilton, tirando o inglês da prova e deixando o caminho mais fácil para Felipe Massa ser campeão. “Será o momento em que, finalmente, poderemos nos orgulhar do Rubinho”, dizem no e-mail.
Pois bem, se Barrichello vai seguir à risca o que lhe foi pedido, no que pode ser sua última prova na principal categoria do automobilismo, eu não sei, mas vamos torcer não é?
Já vi muita gente pelada invadindo eventos esportivos. Homens, mulheres, gordos, magros, bêbados, sóbrios… Nunca havia visto, porém, era uma invasão coletiva.
O atacante cearense Mário Jardel é um personagem e tanto. A fama de goleador sempre caminhou ao lado da fama recebida pelas frases estranhas atribuídas a ele, como “clássico é clássico e vice-versa” e “Quando o jogo está a mil, minha naftalina sobe”.
Ele sempre negou a autoria da maioria das frases, mas dessa vez ele não pode negar. Com vocês, mas uma pérola de Jardel, hoje atacante do Criciúma:
E não adiantou nada fazer isso que ele disse, pois o Criciúma tomou um 3×0 do Avaí…
Não é porque a ESPN Brasil é o melhor canal de esportes da TV brasileira, muito menos por ser o Sportscenter o melhor programa esportivo do fim de noite, ou menos ainda por ser o apresentador/narrador Paulo Soares um cara tão competente quanto simpático que eu deixarei essa passar.
É que algum gaiato de plantão mandou um e-mail para o programa e assinou com um codinome de duplo sentido. O Amigão, assim como a produção, que repassou o e-mail, não notou e mandou no ar um abraço para o Tomás. Quer saber o sobrenome do rapaz? Só vendo o vídeo.
Essa me lembrou a queda do Antero, há alguns anos. Eu adoro essa dupla.
Tenho uma teoria que esportes como o futebol americano e o baseball fazem sucesso entre os estadunidenses pelo excessivo número de paralisações, ou seja, mais oportunidades de ir comprar cerveja e hot-dog.
Bem, esse preâmbulo foi só para mostra mais esse motivo para paralisação, ocorrida durante uma partida de baseball. Desta vez, um esquilo invade a quadra, dribla os atletas e ainda fica lá, tirando onda… que fanfarrão, hein?
Essa o treinador do Paraná, Paulo Comelli, nunca mais vai esquecer. No comando do tricolor paranaense, ele foi a Natal, enfrentar o ABC, no estádio Frasqueirão, neste sábado. O que Comelli não contava era que, atrás do banco de reservas do Paraná, haveria um torcedor daqueles bem chatos com aquelas buzinas ensurdecedoras.
O treinador reclamou ao quarto árbitro, que reclamou ao árbitro, que reclamou ao chefe do policiamento. Corretamente (ao meu entender), este afirmou que era direito do torcedor fazer o barulho que quisesse e que, por isso, não faria nada quanto à buzina.
Para piorar, ao verem a confusão, outros ‘buzinadores abcdistas’ resolveram juntar-se ao primeiro, fazendo uma espécie de “orquestra do alambrado”, sempre em direção ao ouvido de Comelli.
Olha, cheguei a ter pena. Foram 90 minutos de buzinaço intermitente. No intervalo, vermelho de raiva, o treinador não escondeu a irritação, dizendo-o prejudicado no exercício de sua função. Pois bem, pelo menos no futebol, há espaço para os chatos, que o diga treinador, que para piorar, perdeu o jogo por 1 a 0, com gol nos minutos finais.
E esta não foi a primeira vez que “mala” atacou. O Gama também já sentiu o poder da buzina alvinegra, conforme vemos na imagem acima e o vídeo abaixo.
PS: lembrei do caso do velho lobo Zagallo, que declarou que o torcedor mais chato do Brasil era Zé do Rádio, folclórico torcedor do Sport que coloca seu rádio atrás do banco de reservas adversário. Temos um concorrente?
UPDATE: Parece que o torcedor chama-se Cezimar e já tem até comunidade no orkut em sua homenagem.
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