Fortaleza emociona Angelim

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Não escondo a admiração pelo zagueiro Ronaldo Angelim, que vi brilhar no Icasa, no Ceará, no Fortaleza e agora no Flamengo. Se Ronaldo Fenômeno elogia o cara, mostra que eu tô certo.

Humilde e sem esquecer o passado, o zagueiro rubro-negro emocionou-se ao falar da atual situação do Fortaleza, que beira retornar à Série C, onde estava quando o zagueiro por lá pisou pela primeira vez. Angelim lembrou que conseguiu, no clube, chegar à primeira divisão e ganhar reconhecimento nacional jogando pelo clube. Disse então que espera que o Leão do Pici consiga manter-se, pelo menos, na Série B.

Ele afirmou que conversou esses dias com o volante Erandir, tentando passar confiança e dando apoio ao amigo da época que atuava pelo clube cearense. “É um clube que paga em dias (sic), e clubes assim não merecem isso”.


Para ver direto do You Tube, clique aqui.

O problema é que o tricolor de hoje não é sombra do que era quando Angelim esteve por aqui, e olhe que naquela época ainda estava longe de ser um clube exemplar. Os salários, meu caro Ronaldo, estão atrasados. A diretoria atual aponta a anterior como culpada da atual situação, que rebate dizendo que a culpa é de quem está no poder. Vaidades, desorganização, falta de planejamento e tantos outros motivos fazem o Fortaleza ficar, menos de 10 anos depois, à beira de retornar ao pesadelo que todo torcedor achava que estava superado.

A Série C é a realidade. Chances de escapar? Há, principalmente porque América e Criciúma conseguiram ser quase tão incompetentes quanto o Leão. Em campo, porém, o time supera a cada jogo a ruindade apresentada no jogo anterior. O treinador, coitado, está mais perdido do que qualquer um. Trocou seis na partida retrasada, mais seis na última e agora confirma cinco mudanças para esta terça-feira. Dizer o quê? Só um milagre salva. O Angelim, assim como milhares de pessoas que gostam do clube, não mereciam isso. E que a bola role.

E foi só a primeira, Dieguito

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Após ser apresentado oficialmente como novo técnico da seleção argentina de futebol, Dom Diego Maradona anunciou sua primeira convocação, para um amistoso que os ‘hermanos’ realizarão diante da Escócia.

A imprensa argentina, que vê com desconfiança a chegada do ídolo ao comando técnico da equipe, não poupou Maradona após o anúncio. O mais contundente, claro, foi o Diário Olé, sempre irreverente e polêmica. Com a manchete “Assim não vamos ao Mundial”, o jornal esportivo fez uma montagem, onde Maradona e Carlos Bilardo, secretário-geral da seleção, aparecem machucados, como se tivessem levado a primeira surra no novo cargo.

O Olé diz que a seleção cheira a naftalina, recheada de veteranos como Heinze, de 30 anos, e Zanetti, de 34. Critica ainda a não convocação de Cambiasso, da Inter de Milão, um dos destaques da era Basile (ex-treinador). Há ainda claramente uma resposta a Bilardo, que reclamou da dureza da imprensa local. Para o diário, o treinador não é mais o mesmo de “outros tempos”, quando foi campeão mundial em 1986 à frente de Maradona e c&a.

Outros jornais também reclamaram, de forma mais suave. O “La Nación” questiona alguns pontos da convocação e lamenta que a lista de Diego se ja quase que uma cópia da de Alfio Basile. No “El Gráfico”, questionam o fato de Maradona não ter lembrado do goleiro Abbondanzieri, além de cobrar uma renovação no sistema defensivo e uma chance para o atacante Mauro Zárate, que vem se destacando no Campeonato Italiano.

Bem, vê-se que se Maradona é hors concours no coração dos argentinos, isto não quer dizer que eles o apóiam em qualquer empreitada. Lá como cá, seleção é coisa séria e deve ser levada como tal, sem experiências ou quaisquer sandices. Pena que os dirigentes da CBF e da AFA pensem bem diferente.

Para ver a capa completa da edição do Diário Olé, clique aqui.

O que dizer agora?

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Durante do GP-Brasil de Fórmula 1, revivi sentimentos que haviam ficado esquecidos há, pelo menos, 14 anos. Lembro-me de sempre sentir meu coração disparar quando Senna abria a última volta na liderança. A emoção, claro, também era grande nas vitórias, já mais recentes, de Barrichello e Massa, mas nada se comparava ao sentimento vivido neste domingo.

Tanto que eu, que evito textos que tratam do comum aqui no blog, de assuntos que tantos outros, mais gabaritados ou não do que eu, já falaram ou falarão, não resisti e deixo meu relato.

A corrida de Massa foi perfeita. Dominante do início ao fim, o brasilerio fez sua parte, o que lhe cabia, mais uma vez dominando a corrida em casa desde os primeiros treinamentos. Tivesse acabado como estavam as coisas há três voltas do fim, sem a emoção final criada pelos fatores chuva/Vettel/Glock, o sentimento seria outro. Estaríamos de cabeça em pé (ok, também estamos), mas sentiríamos apenas aquele dever cumprido e a sensação de que o título poderia ter vindo para o Brasil depois de tanto tempo, não fossem alguns erros de Massa no início da temporada e, principalmente, da equipe no decorrer do ano.

Mas aquilo que aconteceu foi demais. Vettel por pouco não se torna o alemão mais amado pelos brasileiros, passando Hamilton e deixando o inglês ‘branco’ de medo de perder o título. Quando todos os olhos miravam o desespero de Lewis, quase não se notava que Glock brigava para manter o carro na pista, restando poucos metros da linha de chegada.

Perder o título faltando uma curva foi cruel. Perder o título por tão pouco foi f…! Fica a certeza que Massa é capaz de ser o brasileiro a quebrar esse jejum da Fórmula-1 e se tornar campeão. Quem sabe em 2009. Não há como dizer que Hamilton não é um grande campeão, mas é inegável (apesar de já ter visto gente querendo mostrar o contrário) que ele tem no sangue inglês aquela velha chama amarelona, que por muito pouco não o fez perder outro título que estava nas mãos.

Enfim, no mais é agradecer a Felipe Massa pelos grandes momentos de emoção e pensar que, no esporte, como na vida, um dia a gente chora de tristeza, mas em outro choramos de alegria. Valeu Felipe!

Atitude de campeão
“As coisas mudaram totalmente a nosso favor no fim da corrida. E logo depois mudaram totalmente de novo, contra nós. Infelizmente, essas coisas acontecem.”

“Isso é o esporte, faz parte do esporte. Mas a gente tem de ser orgulhoso e comemorar o que a gente fez hoje.”

“Vencer a corrida e o campeonato de construtores tem de nos deixar orgulhosos. Quem sabe no futuro as coisas aconteçam de outro jeito, a nosso favor.”

“Sei como vencer, sei como perder, é um dia a mais na minha vida. É assim que as coisas acontecem.” (Felipe Massa).
Frases usurpadas “cara-de-paumente” do Esporte Fino.

90 anos sem glórias

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Antes de mais nada, obviamente não me refiro no título deste post, às nove décadas do Fortaleza Esporte Clube, com tantos títulos conquistados. Falo sim desse período atual, onde o clube acaba de completar 90 anos, estando às vésperas de retornar à terceira divisão.

O pesadelo da década passada nunca esteve tão próximo de retornar. Após o empate diante da Ponte Preta, os tricolores apostavam tudo nas duas partidas em casa, diante do lanterna CRB e do ameaçado Marília. O que deveriam ser seis pontos, acabaram transformando-se em apenas um.

A situação ficou caótica. O treinador já demostrou não confiar no elenco, tanto que trocou mais de meio time diante do MAC e nada funcionou.

Vontade até que os jogadores têm mostrado, mas falta qualidade, falta organização tática, falta comando. Culpa do treinador? Sim. Dos jogadores? Sim. Da diretoria? Sim. Da diretoria anterior, que comandou a equipe por boa parte do ano? Sim. Todo mundo tem sua parcela de culpa.

E de quem não é a culpa? Do torcedor, é claro. Loucos são os que acusam a torcida de ser culpada, por não comparecer em grande número aos jogos, não prostestar, não ajudar mais, ou qualquer que seja o argumento. Ora, torcedor não é bobo. Ir ao Castelão não é fácil, o acesso é ruim, a volta pior ainda. A bebida, que servia como forma de relaxar e esquecer dos problemas do dia-a-dia, já não é mais vendida. Para piorar, o clube há tempos parece ter perdido o fio da meada com sua torcida, afastando-se dela, não mais cultivando a proximidade de antes, que fazia com que os torcedores estevessem sempre presentes, mesmo nos piores momentos. Falta transparência, e competência.

Tudo isso é motivo do afastamento do torcedor, além das transmissões de TV, é claro. No entanto, o principal motivo é que ninguém quer sair de casa, gastar dinheiro, e ver uma equipe fraca, que não merece confiança. A torcida tricolor sempre foi exigente e, em 2008, não viu um time que confiasse em momento algum.

No estadual, o bicampeonato veio, mas às duras penas. Mesmo com o Ceará se arrastando e montando um elenco durante a competição, o Fortaleza precisou de duas decisões por pênaltis para eliminar o Horizonte nas semifinais dos dois turnos. Com muita dificuldade, bateu também o Icasa, clube com investimento infinitamente inferior ao do tricolor.

Na Série B, de cara a equipe mostrou aos que acreditavam no acesso, que houvera chegado tão próximo no ano anterior, que este sonho ficaria adiado. A realidade é bem diferente. Hoje, escapar da Série C, já seria um grande feito. Em campo, um time que mais lembra as “buchadas” da década de 90, que faziam feio até na terceirona.

Restam cinco jogos, três fora de casa. A matemática diz que a equipe precisa de, pelo menos, três vitórias. Precisasse de uma, já seria difícil. Com uma equipe esfacelada, o tricolor do Pici rasteja para tentar sair do buraco. Conseguirá? Só quando a bola rolar que descobriremos. E que a bola role.

A incompetência alheia

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- Sr. ex-presidente, como você vê a atual situação do seu ex-clube?
- É um absurdo! Muita incompetência da atual diretoria!
- A que o Sr. atribui essa má fase?
- Incompetência da atual diretoria. Não contratou ninguém que prestasse, fez tudo errado.
- Mas Sr. ex-presidente, como contratar sem dinheiro em caixa?
- E quem tem dinheiro em caixa nos dias de hoje, rapaz? O time não pode cair! Caso isso aconteça, enfrentarão a minha fúria!
- Quer dizer que com o Sr., a equipe estaria em melhor situação?
- Com certeza! Estaríamos muito melhor, o time não pode cair, estou avisando!
- Mas Sr. ex-presidente, o Sr. não se sente em nada responsável pela atual crise financeira no clube?
- Eu? Claro que não. Sempre fiz o melhor para o clube!
- Mas não foi o Sr. que deixou o clube sem dinheiro em caixa e sem perspectiva para receber?
- Você está me acusando, rapaz? Se o time cair, esses incompetentes sentirão minha fúria, eu acabo como eles, assim como acabo com você se continuar com esse tipo de pergunta!
- Então o Sr. não crê que sua gestão tenha qualquer contribuição com o atual momento que o clube vive?
- Claro que não! Saí há algum tempo já, isso é fruto de incompetência deles, já disse!
- Tantos anos à frente do clube e o Sr. não tem participação na atual situação do clube, então?
- Claro que não, a culpa é dos incompetentes, incompetentes, incompetentes!
- O Sr. crê na queda da equipe para a segunda divisão?
- Não importa se creio ou não, o time não pode cair! Se isso acontecer, eu acabou com a carreira desses incompetentes!
- Nesse momento, o Sr. voltaria ao clube caso fosse convidado a salvar o time do rebaixamento?
- Eles fazem a m… e querem que eu limpe? Mas comigo o time não caia, isso eu garanto.
- Sim, voltaria ou não?
- Você faz perguntas demais, tá parecendo uns incompetentes que eu conheço…

(Conversa ficcional, quaisquer semelhanças com a realidade são meras coincidências, ou não).
Não entendeu? Clique aqui.

Palhaçada italiana

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Uma grande palhaçada! Não há como chamar de outra forma o que acabo de presenciar no Mundial de Futsal, que está sendo realizado no Brasil. Em partida válida pela última rodada da primeira fase, a seleção italiana, já classificada, enfrentou o Paraguai, que precisava vencer para garantir a classificação.

A Itália, que já é polêmica por si só, já que é formada por 14 brasileiros, ou seja, todos os jogadores da equipe são naturalizados, chegou a fazer 2 a 1. A partir daí, “desistiu” da partida, afrouxando a marcação e deixando os paraguaios dominarem. Desta forma os sul-americanos empataram, viraram e fizeram o quarto.

O problema é que, além de ser muito melhor, a Itália fez isso para eliminar Portugal, algo que conseguiria perdendo por 1 gol de diferença. Além disso, desejava fugir do grupo da Espanha na próxima fase, já que a competição se dividirá em dois grupos de quatro equipes. Para isso, precisava perder por dois gols, para deixar o Paraguai em primeiro, ou seja, no grupo espanhol na fase seguinte.

O que se crê é que os italo-brasileiros acreditam que o grupo do Brasil seja melhor, pois teriam condições de vencer os outros dois adversários e, mesmo perdendo para os brasileiros, classificarem-se para a semifinal. De quebra, enfrentariam novamente os compatriotas, que jogam em casa, somente numa eventual final.

Muito criticados pela atitude de defenderem todos uma outra seleção (fato que tem se tornado absurdo, visto que 90% das seleções têm brasileiros em suas equipes), alguns ‘italianos’ chegaram a reclamar, afirmando terem feito isto pois “não tiveram oportunidade no Brasil”.

Pois bem, com a atitude de hoje, jogaram o espírito esportivo para escanteio, além de fazer de bobo quem pagou ingresso para ver a partida, quem assistiu o jogo pela TV (me incluo nessa), quem organizou o evento, além da seleção portuguesa (grande prejudicada). Há quem acredite que este tipo de atitude faz parte do jogo, já que só acontece porque há uma brecha no regulamento que permita, mas… fala sério, eu vejo como UMA VERGONHA!

O PV e a Lôra

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Reeleita prefeita de Fortaleza, Luizianne Lins falou sobre a situação do estádio Presidente Vargas, tão amado pelo torcedor cearense, mas interditado há mais de sete meses.

Ela informou que quer fazer uma reforma profunda e de qualidade no local, e que espera o laudo final por parte de comissão técnica. “O PV tem um processo de reforma maravilhoso. Vai entrar como um grande estádio e a gente vai colocar o PV no roteiro da Copa de 2014 e eu espero que Fortaleza entre se Deus quiser”, disse. Adiantou que há recursos e que não vai haver mais “gambiarra” nessa praça de futebol. “O PV pra nós é uma prioridade!”, assegurou (trechos retirados do blog do jornalista Eliomar de Lima).

(a foto é do competente amigo Ronaldo Pinto).

É bom que ela olhe mesmo por nossa segunda maior praça esportiva, algo que ela não fez nos quatro primeiros anos de mandato. O PV não pode ficar à margem, muito menos receber reformas pequenas que de nada adiantam. Se ficar confirmado que precisa de grandes obras, que elas sejam feitas, e rápido! Os clubes cearenses sentem falta do estádio, um alçapão que amedronta os adversários que por aqui chegam. Vamos ver se a conversa não fica só da boca para fora, mas não deixa de ser uma luz no fim do túnel.

Na Série A, restaram dois grupos

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A rodada da Série A finalizada neste sábado definiu bem alguns pontos do campeonato. Com a vitória dos cinco primeiros, eles abriram uma boa vantagem dos demais e agoram brigam pelo título e pelas quatro vagas na Libertadores. Palmeiras, Grêmio, Cruzeiro, Flamengo e São Paulo. Quem será o campeão? Quem ficará de fora da Libertadores?


Os números são, em seqüência: Pontos Ganhos, Jogos e Vitórias.

Mais abaixo, o Atlético/MG abre, ao meu ver, o grupo dos que lutam para não ser rebaixados. Em 12º, com 34 pontos, o Galo tenta fugir do fantasma deoutro rebaixamento, no ano de seu centenário.

A partir do alvinegro mineiro, todos lutam para fugir da degola. A Lusa abre a zona de rebaixamento, hoje, com 27 pontos, seguida por Ipatinga e Fluminense e Vasco.

Eu poderia ser mais legal e afirmar que o Galo está livre dessa briga, já que tem, hoje, sete pontos da zona. É, sua situação é até animadora, em comparação aos demais, porém, o time é muito instável e a crise interna é tão arrebatadora que não consigo excluí-lo desta lista.

Se o Galo tá na lista, com um ponto a menos, o Santos não poderia deixar de estar. No entanto, o Peixe subiu de produção e, liderado por Kléber Pereira, deve escapar da degola.

Com 32 pontos, o Figueira, mesmo com cinco pontos a mais que o 17º, é candidato ao descenso. Após um bom início de Brasileirão, a equipe caiu muito de produção e preocupa. No entanto, a boa vitória sobre o Vasco, em São Januário, deu um alívio.

O Atlético/PR não consegue, há tempos, fugir desta zona, sempre beirando o “G4 do mal”. E essa briga para escapar deve seguir até a rodada final.

O Flu, apesar de todos afirmarem que não tem time para estar nesse situação, não consegue vencer e tem uma difícil tabela pela frente. Já o Vasco, sofre nas mãos de Roberto Dinamite os efeitos de anos de ditadura Euriquista, que deixou o clube com um elenco pífio, muitas dívidas, sem dinheiro para investir e nem perspectiva para isso, já que até cotas de TV já foram adiantadas pelo ex-presidente. Teremos esse ano o descenso de dois grandes cariocas?

Futebol é para garotas

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Pelo menos é o que dizem os jogadores de Rugby.

Vendo simulações bizarras e comparando com a pancadaria que é o Rugby, não deixa de ter um lado de verdade, né não?. Será que as americanas estarão certas?

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Crise sem fim nas Alagoas

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É triste ver a situação de alguns grandes clubes do Nordeste. Já dei outro dia meu lamento sobre a situação do Santa Cruz.

Agora leio uma notícia sobre o CRB de Alagoas, quase rebaixado para a Série C, que me deixou entristecido. Na matéria “Dispensa vazia é retrato da maior crise da história do CRB“, no Uol Esporte, uma relato da atual condição financeira do Clube de Regatas Brasil. O clube não presidente, muito menos dinheiro em caixa, não se admira a atual situação na Tabela. Leiam um trecho da matéria:

“A composição de toda nova diretoria, que deve comandar o clube até o final do ano, quando deverão ocorrer as novas eleições, ainda não foi definida. Sabe-se, no entanto, que esta nova diretoria, e a que vier a ser eleita, terá muito trabalho, pois muitos acreditam que esta seja a maior crise da história do CRB. Isso porque o clube está inclusive, com a sua dispensa vazia e os jogadores têm se alimentado graças a doação de torcedores.”

O futebol das Alagoas vem em crise há tempos. Grande rival do CRB, o CSA passou alguns anos na segunda divisão do Estado, embora tenha conseguido esse ano o título alagoano.

Por aqui, se os clubes locais nem de longe têm situação animadora em termos financeiros, pelo menos as coisas andam melhores. No entanto, o gaiato torcedor cearense, como já destaquei outro dia, não perde a chance de dizer que seu time está melhor que o rival. Coisas do futebol.

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