Estatísticas pós-jogos

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Se você curte minimamente esportes, Pequim deixará saudade. Foram 18 dias do melhor em competições esportivas, com os anfitriões mostrando ao mundo o que alguns já previam, não estavam para brincadeira, seja na organização dos Jogos Olímpicos, ou na disputa por medalhas.

A China saltou de 63 medalhas em Atenas para 100 agora em casa, apenas 10 a menos que os Estados Unidos. Contando apenas os ouros, subiu de 32 há quatro anos para 51 agora, nada menos que 15 a mais que os americanos, que ganharam 36, um ouro a mais que em Atenas.

Em sua quarta olimpíada após a separação dos países que integravam a União Soviética, a Rússia manteve a terceira colocação dos jogos passados. Em Barcelona, já como CEI (Comunidade dos Estados Independentes), levou 45 medalhas de ouro, 112 no total, ficando na frente no quadro de medalha. Hoje, a antiga União Soviética vê seus inúmeros países conquistarem diversas medalhas nos jogos (como exemplo, a Ucrânia com 37, a Bielorrússia com 19 e o Cazaquistão com 13).

O Brasil traz 15 medalhas (23º no quadro geral), cinco a mais que há quatro anos (16º), mas com dois ouros a menos. Em Sidney, há oito anos, nossos atletas trouxeram 12 medalhas, mas como nenhuma foi dourada, fomos apenas o 52º entre os países. Em Atlanta, há 12 anos, também conseguimos 15 medalhas, sendo três de ouro e ficando em 25º no geral. Mesma colocação de quatro anos antes, em Barcelona, apesar de um desempenho bem inferior (apenas três medalhas, sendo dois ouros e uma prata). O desempenho brasileiro foi bom? Não, temos e podemos melhorar, e muito. No entanto, antes de tudo é necessário que o COB pare de tentar fazer o povo de besta. Não é sr. Nuzman?

Fontes: Folha Online e Globo.com

E o vento levou

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Quem vai jogar na Ressacada, em Florianópolis, sabe que encontrará um adversário além do Avaí. O forte vento, ocasionado pela localização do estádio, na ilha que forma parte da cidade, faz com que, quem atue contra o vento tenha dificuldade e, ao contrário, quem fica a favor da corrente tem sempre um empurrãozinho a mais.

A prova disso veio nesta sexta-feira. Avaí e ABC se enfrentavam no estádio, quando o goleiro avaiano Eduardo Martini, aquele mesmo, ex-Grêmio, deu um chutão para frente. O vento levou, levou, a bola quicou já próxima à área alvinegre e… encobriu o goleiro. Sem não é inédito é, sem dúvida, inusitado.