Merecido, merecidíssimo. “É amarelo, mas é de ouro”, definiu José Roberto Guimarães, bicampeão olímpico, uma vez pelo masculino e outra pelo feminino. Ao garantirem a medalha dourada, treinador e jogadores não se fizeram de rogado, disseram aos que tanto criticaram essa equipe quatro anos anos, que agora têm que aplaudir de pé a vitória. E têm mesmo.
Uma conquista arrasadora, jogando, de longe, o melhor voleibal do mundo. O lugar mais alto do pódio olímpico é um marco na história do vôlei feminino, uma homenagem às grandes jogadores que já passaram pelas quadras sem conseguir esse feito. Ana Moser, Leila, Virna, Ida, Fernanda Venturini, Jaqueline, Vera Mossa e tantas outras. O ouro também é delas, que tanto suaram na busca de construir uma história melhor para o esporte brasileiro.
Deixamos de ser o país do vôlei masculino e do vôlei de praia. Já fomos ouro na quadra e na areia, no masculino e no feminino. Agora nos resta torcer pelo bicampeonato entre os homens. Não será fácil, mas é bem possível. “Giba neles”, diria um acolá. E que assim seja.





