Venceu a melhor seleção. Mesmo sem craques no elenco, a Espanha mostrou-se superior os 90 minutos e, com um gol de oportunismo de “El niño” Torres, fez o gol que deu o segundo título europeu ao país.

Destaco aqui a participação do brasileiro Marcos Senna. Sempre seguro, marcando forte e ainda começando as jogadas de ataque (inclusive a do gol do título), o volante brasileiro superou as desconfianças e tornou-se fator preponderante para o título, algo reconhecido até pela mídia espanhola.

Mídia essa que fez menção ao ditado já lembrado aqui por mim, que diz que “futebol são 11 contra 11 e a Alemanha sempre ganha”. Para o diário Marca, “Al fútbol jugaron once y ganó España”, ou simplesmente, jogaram 11 e ganhou a Espanha. Festa em vermelho.

PS: Parece que as anotações dos jogadores no próprio corpo, já mostradas aqui no blog, surtiram efeito.