Gordito gaúcho

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Com uma barriguinha “fenomenal” (perdão, não resisti), Ronaldinho Gaúcho fez até gol em amistoso beneficente realizado na Venezuela.

Já pré-convocado para as Olimpíadas, caso consiga a liberação do Barcelona (ou do seu time na época, se for mesmo negociado), o craque tentará ajudar o Brasil a conquistar sua primeira medalha de ouro no futebol em jogos olímpicos. Agora, com essa ‘forma’, irá ajudar ou atrapalhar?

Tenho certeza que, indo a Pequim, ele não ficará na reserva. Faltando pouco para os jogos, pressinto que este poderá ser mais um Ronaldinho fora de forma na seleção numa competiçao importante. Não aprenderam com o exemplo ‘fenomenal’ de 2006?

Para impor respeito

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Tenho falado pouco da Série A, mas a rodada deste domingo merece ser olhada com afinco. Cheia de clássicos (que terminaram empatados), o grande vencedor acabou sendo o Flamengo, que bateu o Sport e assumiu a liderança isolada da competição, algo que não havia conseguido neste século.

A vitória sobre o campeão da Copa do Brasil, além dos três pontos e da liderança, dá sinais que o clube pode mesmo brigar para ser campeão. Após empatar com o Grêmio e bater o fraco Ipatinga, esta foi a primeira grande vitória da equipe longe do Rio. O empate já parecia amargo, quando Obina brilhou mais uma vez e marcou no apagar das luzes. Méritos para Caio Jr, que não ficou satisfeito com o resultado, sacou Cristian e colocou mais um atacante. Quem quer o título não pode se contentar com 1 ponto.

Outro que se deu muito bem com os empates foi o Palmeiras, que bateu o Náutico, passou o rival pernambucano e encostou nos líderes.

Ainda falta muita competição e está tudo embolado. Muita água vai rolar e, ao que parece, esse ano não teremos um time que disparará na ponta. Emoção até o fim? Esperemos para ver. E que a bola role.

Europa de sangue quente

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Venceu a melhor seleção. Mesmo sem craques no elenco, a Espanha mostrou-se superior os 90 minutos e, com um gol de oportunismo de “El niño” Torres, fez o gol que deu o segundo título europeu ao país.

Destaco aqui a participação do brasileiro Marcos Senna. Sempre seguro, marcando forte e ainda começando as jogadas de ataque (inclusive a do gol do título), o volante brasileiro superou as desconfianças e tornou-se fator preponderante para o título, algo reconhecido até pela mídia espanhola.

Mídia essa que fez menção ao ditado já lembrado aqui por mim, que diz que “futebol são 11 contra 11 e a Alemanha sempre ganha”. Para o diário Marca, “Al fútbol jugaron once y ganó España”, ou simplesmente, jogaram 11 e ganhou a Espanha. Festa em vermelho.

PS: Parece que as anotações dos jogadores no próprio corpo, já mostradas aqui no blog, surtiram efeito.